Ano novo, hora de voltar aos estádios. Na abertura do Paulista o Palmeiras já me deu um susto, levando um gol do Linense, mas revertendo a situação e ganhando o jogo com gols no segundo tempo de Mazinho e Alan Kardec.
(O ingresso mostra 17 de janeiro, mas o jogo foi no sábado, dia 18)
Casado e depois de uma longa lua de mel, voltei ao estádio para ver o Palmeiras carimbar o retorno à Série A do Campeonato Brasileiro. A torcida compareceu em peso, no jogo em que o Palmeiras estreou também o conceito de "Pátria Amada Palmeiras" e jogou com camisas amarelas e calções azuis, em homenagem à ocasião em que jogou (e venceu) pela Seleção Brasileira contra o Uruguai na abertura do estádio do Mineirão. Os jogares atuais receberam as camisas amarelas de grandes nomes da nossa história, logo antes do jogo, já no gramado.
Um empate bastava para garantir matematicamente o acesso, e infelizmente foi apenas isso o que vimos, esfriando o clima de festa.
Restavam poucos dias para meu casamento, mas eu fiz questão. Dei um tempo no planejamento e fui conferir o jogo contra o eterno algoz da Copa do Brasil. Jogo não muito tranquilo, apesar do placar em teoria elástico.
Ainda sem grande ânimo para ir ao estádio, acabei arrumando como "desculpa" um visitante estrangeiro do trabalho que queria ir a um jogo. Da cadeira laranja vimos um Palmeiras levar um gol logo aos quinze minutos de jogo, seguir apático mesmo após o retorno para o segundo tempo, e depois levar um golaço do tal do Pikachu que, em teoria, teria nos sido oferecido tempos antes.
Parecia mais uma noite daquelas, mas o time acordou (mesmo após expulsão de Wesley), conseguiu o empate com gols de Alan Kardec e Mendieta, e arrancou a vitória aos 49 do segundo tempo com gol de Leandro. Se não foi algo memorável foi pelo menos uma daquelas pequenas vitórias do dia a dia que nos deixam alegres.
Retorno aos estádios depois de dois meses de trauma, e para uma ocasião mais traumática ainda com o time de volta a série B. Ainda indo ao estádio de forma acanhada, escondido até, sentido quase culpa, sem contar pra ninguém. Foi neste espírito (ou falta dele) que vi o Palmeiras abrir três a zero ainda no primeiro tempo, e completar na segunda etapa. Obrigação!
Estádio do Pacaembu - Taça Libertadores da América
Clique aqui para a ficha técnica Uma noite em que tudo deu errado, e não só dentro de campo. Sem mais comentários, sem fotos. Posto apenas pelas (negativas) estatísticas. Noite pra esquecer.