segunda-feira, 31 de julho de 2017

29/07/2017 - Palmeiras 2x0 Avaí

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro




Vindo de uma delorida eliminação na Copa do Brasil no meio de semana, o Palmeiras ainda buscava seus acertos para o restante da temporada em um jogo relativamente fácil, em casa, com a ajuda da sempre presente torcida. Havia também a expectativa sobre o destino de Felipe Melo, afastado por Cuca após suposta discussão nos bastidores.

Demonstrando muita qualidade nos passes e entrosamento, com uma formação similar à utilizada em 2016, com Deyverson fazendo o papel de Gabriel Jesus e Bruno Henrique no lugar de Moisés. Com grande volume de jogo o Palmeiras chegou diversas vezes logo nos primeiros minutos, abrindo o placar aos 11 com Dudu, que recebeu de Guerra, limpou o marcador e bateu de fora da área.

Guerra saiu de campo logo depois, lesionado (sempre uma preocupação), e o jogo foi também interrompido porque Dudu passou mal e vomitou em campo. O time visitante pouco assustava, e quando o fazia era mais por falta de atenção de nossa defesa. Em bela jogada, muito bem construída e qu demonstrou muito o entrosamento desta formação, o Palmeiras chegou ao segundo gol com Deyverson - o atacante recebeu de Raphael Veiga (que entrara no lugar de Guerra), girou e bateu cruzado. Belo gol!

O Palmeiras manteve sua postura e agrediu bastante, embora sem grande sucesso. Ao fim da primeira etapa o adversário ainda ficou com um a menos, expulso bestamente ao levar dois amarelos seguidos por xingar o árbitro. O segundo tempo seguiu sem grandes sustos pro nosso lado, e com grande volume de nosso ataque - Roger Guedes exigiu grande defesa do goleiro, e no rebote a bola de Deyverson explodiu no travessão. 

Mina, com dores, saiu para a entrada de Dracena, e mais tarde Keno entrou no lugar de Guedes. O jogo ficou mais cadenciado, e não havia mais grandes expectativas. A torcidaentão demonstrou seu apoio, e mesmo tendo sido em "tom de brincadeira" gritou o nome de Egídio no estádio, que fora eleito um dos culpados pela eliminação na quarta-feira anterior. Com moral renovada, o elenco segue para Atibaia para concentrar durante dez dias antes da partida pela Libertadores. Até lá serão dois jogos pelo Brasileiro com times que, embora alternativos, estarão bem encaixados.








segunda-feira, 17 de julho de 2017

16/07/2017 - Palmeiras 4x2 Vitória

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro



O Palmeiras voltou a vencer após três partidas com boa atuação, em uma ensolarada manhã de domingo. Logo de cara, com segundos de jogo, Guerra teve boa oportunidade de abrir o placar, mas acabou mandando por fora. Embora demonstrasse que sufocaria o adversário, o Palmeiras vacilou em bola perdida de Felipe Melo, que resultou em contra-ataque e gol após chute muito feliz de fora da área. Mais uma vez saíamos atrás.

Com nervosismo jogando contra (e torcida também, vale dizer), o Palmeiras buscou se organizar e até levou o segundo, impedido, corretamente anulado. O juiz, que já não tinha dado um pênalti em lance anterior, marcou a penalidade em um agarra-agarra envolvendo Mina - um daqueles lances que serão reprisados sempre que formos (e seremos) prejudicados no futuro. Roger Guedes bateu muito bem e empatou. Ainda no primeiro tempo, Guerra (o melhor do time, não canso de repetir) tabelou e deu assistência a Dudu, que finalizou bem e virou o placar.

Na volta, novo pênalti a nosso favor não marcado (desta vez sobre William), e vacilo feio de Mina que quase resultou no gol de empate - a torcida apoiou o colombiano, apesar da falha. Pouco depois, uma cabeçada sem força ainda acertou a trave de Fernando Prass, batido no lance. Quando as coisas pareciam perigosas o Palmeira se encontrou, e em falta lindamente batida por Egídio o goleiro foi buscar no ângulo, espalmando e salvando o que seria nosso terceiro gol.

Dudu, infernal, voou pela direita e habilmente venceu dois advesários, cruzando na área para Roger Guedes que deixou a bola passar para William bater com precisão... na trave! No rebote, Mayke chutou com força e estufou a rede. Cabia mais: Michel Bastos (que entrara no lugar de Guerra) recebeu pela direita e cruzou na medida para Dudu escorar para o gol. 

O Palmeiras tirou o pé e foi castigado, levando o segundo gol após Egídio levar um drible desconcertante do atacante adversário. Borja ainda quase deixou o dele, após receber de Michel Bastos, mas errou por muito pouco. Mesmo com alguma oscilação, voltamos a vencer e o time deve ter um pouco mais de tranquilidade para trabalhar.








quinta-feira, 13 de julho de 2017

12/07/2017 - Palmeiras 0x2 SCCP

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro



Não há muito o que dizer. A importância de um derby é indescritível, e a partida certamente decidiria os rumos do campeonato para os dois lados. Foi exatamente o que aconteceu, mas da pior forma possível. O Palmeiras dominou as ações da partida e rodou a bola sem deixar o rival sequer se aproximar, mas pecou demais nas finalizações e na falta de assertividade nas descidas. Insistíamos nos cruzamentos que ou não chegavam no local certo ou eram facilmente rebatidos, uma vez que os alvos eram os baixos Dudu e William. 

Numa bola despretensiosa Bruno Henrique chegou atrasado e cometeu pênalti, nos deixando atrás do placar ao final do primeiro tempo. No intervalo, Cuca tirou Bruno Henrique e pôs Borja, deslocando Tchê Tchê para a volância e deixando Roger Guedes(!) como lateral direito. O time manteve o volume de jogo, mas continuou parando nas finalizações ou na cera adversária. Foi quando em uma jogada simples, nas costas de Roger Guedes (o improvisado lateral), o rival marcou o segundo. Cuca ainda tentou mexer e ir pro abafa, mas o nervosismo matou qualquer chance de reação alviverde.

Fim da invencibilidade em casa, e também das pretensões do Palmeiras no Campeonato Brasileiro de 2017.
 






segunda-feira, 3 de julho de 2017

01/07/2017 - Palmeiras 1x0 Grêmio

Estádio do Pacaembu - Campeonato Brasileiro



"Fora de casa" (havia show agendado para o Palestra), com time alternativo, uma vez que a primeira partida das oitavas da Libertadores seria dali a quatro dias, e ainda motivado pela grande partida no meio da semana, o Palmeiras foi ao Pacaembu em busca da quarta vitória seguida na competição. Cuca promoveu a estreia de Bruno Henrique ao lado de Zé Roberto (com Egídio na lateral), e Michel Bastos no meio com Erik e Keno pelas pontas.

É sabido que o adversário também veio desfigurado pelos mesmos motivos, mas o Palmeiras mostrou a força do elenco e dominou completamente a partida desde o início. Entre jogadas bem trabalhadas, arrancadas (de Keno, principalmente), criamos diversas chances de abrir o placar ainda no primeiro tempo (que incluiu aí um pênalti marcado bizonhamente fora da área). Apesar da boa atuação, fomos para o intervalo sem gols.

Na volta, um susto após um contra-ataque: Prass defendeu, a bola bateu em Zé Roberto mas Egídio estava em cima da linha e salvou o que seria o gol adversário. A partir daí a pressão foi toda alviverde, mas a bola teimava em não entrar. Cuca mandou William e Raphael Veiga nos lugares de Erik e Michel Bastos, e a pressão só aumentou. Aos 32, finalmente, Veiga recebeu de Roger Guedes (que entrara no lugar de Keno) pela lateral e cruzou pra área: não deu tempo tempo de chegar em nossos jogadores, já que o defensor adversário fez o favor de tocar contra suas próprias redes.

Embora tenha mostraado um volume maior nos últimos minutos, o adversário não conseguiu passar pela defesa palmeirense e fechamos o jogo com a vitória mínima, mas merecida de qualquer forma.