Após empatar fora de casa o primeiro jogo, o Palmeiras não tomou conhecimento do Novorizontino e goleou por cinco a zero no Pacaembu, para satifação da torcida. Foram dois gols relâmpago em bolas paradas, que já definiam a classificação, com Felipe Melo e Ricardo Goulart. No segundo tempo, o VAR foi acionado duas vezes, concedendo duas penalidades ao Palmeiras: a primeira, mão do zagueiro, pênalti convertido por Gustavo Scarpa; o segundo, falta em Deyverson, em cima da linha, e pênalti convertido por Dudu. O último gol veio apenas ao final, com o Palmeiras já desorganizado dadas as alterações, e no bate-rebate Scarpa fez mais um.
Atuação convincente para dar confiança seguindo à semifinal. Ainda não sabíamos, mas enfrentaríamos o Inimigo.
Após mais de um mês longe das partidas por compromissos
profissionais – algo qe infelizmente deve acontecer com mais e mais frequência
no futuro – finalmente pude retornar ao Palestra para acompanhar o Palmeiras.
Em partida da volta das quartas-de-final, tendo imposto uma derrota de 3x0 ao adversário
no primeiro jogo, jogamos leve e não sem grandes dificuldades contruímos um placar
ainda mais elástico.
Sem Borja (convocado) e sem Jaílson (suspenso), Roger
Machado pôs William no comando do ataque e Prass no gol, mantendo o esquema
tático das partidas anteriores. O adversário veio todo aberto, mais uma vez, e
não demorou para levar dois sustos e um gol, logo aos seis minutos, de Bruno
Henrique que empurrou pras redes após cruzamento de Lucas Lima. O Palmeiras
passou a massacrar a defesa e o segundo saiu aos 18 com Keno, que recebeu de
Lucas Lima e tocou por cobertura, marcando um belo gol.
Foram várias oportunidades, e já aos 33 marcamos o terceiro:
Marcos Rocha recebeu em profundidade e enxergou William livre, do outro lado da
área: Bigode agradeceu e fuzilou. Já com a chuva caindo, no último lance do
primeiro tempo, Keno invadiu a área e passou para Dudu, que ajeitou pra dentro
e bateu no canto. Quatro a zero, com facilidade.
O adversário voltou fechado para o segundo tempo, e Roger
Machado, com sete gols a frente no placar agregado, fez experiências: mandou
Tchê Tchê no lugar de Marcos Rocha e promoveu a volta de Edu Dracena no lugar de
Thiago Martins. Após algumas chegadas, o adversário teve o zagueiro expulso, deixando
o Palmeiras com ainda mais liberdade. Visivelmente tirando o pé, o time criou
mais e Keno recebeu falta dentro da área: pênalti que Felipe Melo cobrou...
ridiculamente. Melhor nem descrever, é melhor apenas assistir no vídeo abaixo.
Ainda deu tempo de Keno fazer bela jogada e abrir para Lucas
Lima, que fez sua terceira assistência na partida e cruzou para Papagaio, que
entrara no lugar de William, marcar seu primeiro gol pelo Palmeiras. Maior
goleada da história do Allianz Parque, e primeiro lugar na classificação geral
garantido até uma eventual final.
Foi o encerramento do Campeonato Paulista de 2018 para mim –
não poderei, novamente por compromissos profissionais, acompanhar os próximos
jogos (além de perder uma das partidas da Libertadores)...
Jogando no Pacaembu graças aos shows marcados para o Palestra, o Palmeiras pegou o Novorizontino na segunda partida das quartas-de-final do Paulista com uma grande vantagem e a classificação quase garantida. Ainda assim, jogou com propriedade e seriedade que sempre cabem, e despachou o adversário de vez. A partida foi numa sexta-feira, também porque o Palmeiras já mirava o confronto pela Libertadores, na quarta seguinte.
Guerra era responsável pela armação no meio, com Dudu e William Bigode pelas pontas e Borja na frente. Zé Roberto voltava no lugar de Egídio, e cobria a marcação junto à zaga e a Felipe Melo, deixando apenas Fabiano subindo pela direita. Sem muitas armas, o adversário esperava uma bola como a conseguida no primeiro jogo, e com isso o Palmeiras dominou a partida desde o início. Em um lance fortuito, Tchê Tchê bateu fraco pro gol e a bola acabou achando William no caminho, que dominou e bateu para abrir o placar.
Mesmo levando alguns sustos em bolas isoladas, o Palmeira manteve o domínio no segundo tempo e as jogadas saíam com naturalidade. Eduardo pôs Thiago Santos e Michel Bastos nos lugares de Felipe Melo e William, e Michel logo de cara encaixou um toque para Guerra, que passou para Borja disparar um torpedo e marcar o segundo gol. No final do jogo, Dudu ainda tabelou com Alecsandro (que substituíra Borja) e bateu de fora da área, marcando o seu.
O time se comportou muito bem e aqueles que entraram deram ainda mais qualidade ao grupo, com trazendo variações táticas importantes para furar defesas. Independentemente da fragilidade do adversário, o time se comportou bem e Eduardo parece ter mesmo o elenco nas mãos. Parecemos prontos para o Peñarol e demais desafios da temporada.