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sábado, 2 de maio de 2020

01/12/2019 - Palmeiras 1x3 Flamengo

Estádio Palestra Italia / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro



Entregue já há cinco rodadas, após perder pontos por sua própria incompetência e ver o time de lá ganhar pontos com o VAR (mesmo sem precisar, já que fazia grande camapanha), pouco era esperado do Palmeiras nesta partida - e pouco foi o que entregou, de fato. Sem energia até para fazer uma linha de impedimento levamos um gol relâmpago, aos três minutos. Tivemos um pênalti não assinalado, mas o time continuava mal, dando poucos motivos para acreditarmos numa reação. Nos acréscimos, levamos o segundo. Aos trinta segundos do segundo tempo, numa bola espirrada levamos o terceiro.

Nem o gol de Matheus Fernandes, aos 38, causou qualquer impacto na torcida. Esta partida ainda teve como destaque a infeliz idéia do Ministério Público de ter a torcida única - tivemos muitos, muitos rivais infiltrados, e muitas confusões, brigas e conflitos, em uma tarde nervosa dentro e fora de campo. A derrota custou o cargo de Mano Menezes, nesta que foi a última partida do ano no Allianz Parque - o Palmeiras ainda golearia o Goiás mandando o jogo em Campinas, e protagonizaria o rebaixamento do Cruzeiro no Mineirão na última rodada.








sábado, 16 de junho de 2018

13/06/2018 - Palmeiras 1x1 Flamengo

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro




Foi minha última ida ao estádio antes de uma longa pausa, tanto por causa da Copa quanto por motivos pessoais, e foi também a partida de número 300 registrada aqui neste blog. O Palmeiras vinha de um empate que, embora fora de casa, foi péssimo resultado pelas circunstâncias. Além disso, foi organizado um mosaico em homenagem à seleção da CBF na Copa (com direito a copo verde e amarelo e até cheerleaders no intervalo vestidas com a camisa amarela do Palmeiras de 2013/14)... é difícil até fazer comentários a respeito, de tão infeliz que foi esta ideia. Não culpo inteiramente a organizada, porque há outros interessados por trás disso.

O jogo, muito movimentado, começou com gol de William antes dos dez minutos, após boa jogada e assistência de Bruno Henrique. O time desacelerou, como tem sido (irritantemente) constante após a marcação de um gol, e permitiu o crescimento do adversário. Foram vários sustos, mas levamos a vantagem para o intervalo.

O Palmeiras voltou acelerado e criou três chances logo no começo, um verdadeiro bombardeio, mas pecou nas finalizações. Foi castigado em uma bola perdida, que virou escanteio. Na cobrança, se a bola foi por fora (como Jaílson parou para reclamar), era lance difícil de marcar. Mau posicionamento de toda a defesa e o gol de empate. Boa parte da torcida passou a jogar contra, e não só por isso o nervosismo foi às alturas. Tivemos boas chances, mas não conseguimos marcar. 

Perto do fim, após drible desconcertante de Dudu o adverário agrediu nosso jogador, que revidou e o tempo fechou. A TV não mostra, mas eu VI Jaílson ser agredido por trás, com um soco, depois de ter tirado um dos marginais do bolo com um 'mata-leão'. O juiz expulsou dois de cada lado (e depois mais um de cada banco), incluindo Jaílson. Moisés foi pro gol. Tivemos ainda mais uma chance, mas o resultado permaneceu.

Muito foi discutido depois pela torcida sobre o revide de Dudu e sua "inteligência emocional". Com a bunda no sofá vendo o jogo pela TV fica fácil criticar o jogador que levou chutes e cotoveladas por 90 minutos. É coisa de quem nunca praticou esporte algum.

Será uma pausa nada tranquila. Eu mesmo estou reavaliando muitas coisas. Talvez 300 seja um número bom o bastante, afinal de contas.







segunda-feira, 13 de novembro de 2017

12/11/2017 - Palmeiras 2x0 Flamengo

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro




Mesmo com campanha errática o Palmeiras chegara à vice-liderança do campeonato, dependendo apenas de suas forças a partir da rodada 32 para levar o decacampeonato em 2017. Foi quando as forças obscuras - mas sempre presentes - do nojento futebol brasileiro atacaram: após ser descaradamente prejudicado em casa (e ainda assim garantindo o empate), o Palmeiras foi novamente operado em Itaquera e o resultado garantiu mais um título com asterisco ao rival que, deforma repulsiva (mas não surpreendente), celebra a "malandragem" na conquista.

Posteriormente amargamos ainda mais uma derrota, numa desanimada (como não poderia deixar de ser) partida de meio de semana. Após (violento) protesto da torcida poucas horas antes do jogo, o Palmeiras veio ao Palestra para bater no equivalente carioca da escória do futebol. O time do cheirinho de 2016 sequer entrou em campo, e viu o Verde dominar a partida desde o início, pouco fazendo para reagir.

Valentim escalou Deyverson no ataque (Borja na seleção e William como opção no banco), além de Felipe Melo como volante. Tchê Tchê ficou ao lado de Moisés, como em boa parte de 2016, e fez grande partida. Na esquerda, Michel Bastos substituiu o desgastado (em todos os sentidos) Egídio, e foi por ali que Deyverson quase marcou logo de cara. Nosso gol saiu pouco depois: Moisés deu lindo passe pelo alto encontrando Deyverson dentro da área, que dominou e bateu prensado, mas o suficiente para tirar o goleiro. A bola entrou devagar, quicando.

Ainda no primeiro tempo, Keno recebeu pela esquerda e invadiu a área, tirou do zagueiro e chtou de perna direita, com veneno. A bola fez a curva e explodiu na trave - um pecado! No entanto, o rebote veio para um bem posicionado Deyverson que só teve o trabalho de escorar de cabeça para marcar o segundo.

O segundo tempo seguiu com pleno domínio palestrino, com oportunidades para Felipe Melo de cabeça, para Thiago Santos (tanto de cabeça quanto com o pé, perdendo uma chance incrível) e  para Dudu, que bateu de longe com endereço, defendida pelo goleiro. E a partida terminou desta forma, com aquela sensação do que poderia ter sido o campeonato se os interesses escusos de muitos não tivessem feito a diferença a favor do rival. Ano que vem se aproxima e seremos novamente protagonistas, e caminhando para estarmos também diretamente na fase de grupos da Libertadores.








quinta-feira, 15 de setembro de 2016

14/09/2016 - Palmeiras 1x1 Flamengo

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro




Primeira partida sem torcida na Gol Norte por causa da punição sofrida pela briga contra o mesmo "time" no primeiro turno. Depois da cerveja na Da.Vila Beer Kombi na Diana fui, pela primeira vez, em direção ao meu lugar na Cadeira Gol Sul.

Mesmo com a escalação "surpresa" de Gabriel Jesus (após suposta contusão na partida anterior), tivemos um jogo nervoso mesmo atuando com um a mais por 50 minutos. Os vagabundos vieram fechados e atacavam sem qualquer pretensão, e foi em uma jogada quase casual que acharam seu gol, já no segundo tempo. Cuca sacou Gabriel para entrada de Barrios, e abriu um buraco no meio. Levamos o gol em cima de Zé Roberto, que não recompôs a tempo. 

O Palmeiras, que não fazia má partida até então, cedeu ao nervosismo e atacava com volume, mas sem efetividade. Foram 20 minutos em que corremos mais o risco de levar mais um do que de empatar. Uma falha de Tchê Tchê, também tentando recompor o meio, quase consolidou a tragédia.

Após bola espirrada da área, no entanto, Jesus dominou bem, cortou a marcação e pôs no canto direito. A bola ainda bateu na trave para morrer do outro lado. A pressão a partir daí foi absurda, assim como a cera feita pelos vagabundos. Enquanto isso, a diretoria deles do camarote logo acima da Gol Sul esbravejava e provocava nossa torcida. Fiz alguns filmes que mostram claramente a provocação - e nossa torcida, claro, caiu.

O empate não mudou nada e nos mantivemos na liderança. A "sequência maldita" termina sábado, e poderemos recuperar pontos nas partidas seguintes, desde que o time mantenha moral e o esforço, e saiba substituir os desfalques.







quarta-feira, 15 de junho de 2016

14/06/2016 - Palmeiras 1x1 Flamengo

Estádio Martins Pereira - Campeonato Brasileiro Sub-20

Links para matérias da partida aqui e aqui.

Na última rodada do Brasileiro sub-20, além de Palmeiras x Flamengo jogavam Internacional x Ponte Preta, no mesmo horário. Palmeiras se classificaria até mesmo com um empate, desde que a Ponte não vencesse e tirasse a diferença de dois gols de saldo - o que infelizmente foi o resultado final da noite.

O Palmeiras impôs o ritmo de jogo o tempo todo, no frio fim de tarde em São José. Foram três bolas na trave - duas que chegaram a balançar o travessão - e diversas jogadas de perigo, mas quem marcou primeiro foram os visitantes já no final do primeiro tempo. Empatamos com um golaço aos 44 minutos, mas sem muito mais tempo para a virada que garantiria a classificação.

O destaque negativo fica para a "torcida", que não só não incentivava como criticava os NOSSOS jogadores, mesmo com uma boa apresentação do time - e em um estádio vazio qualquer grito era ouvido de dentro de campo. Embora seja atualmente prático pra mim, é de se pensar se vale a pena manter São José como casa para os times de base.






Seguem alguns lances que eu mesmo filmei, além de vídeo do YouTube.