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quinta-feira, 3 de março de 2022

02/03/2022 - Palmeiras 2x0 Athlético-PR

Estádio Palestra Italia / Allianz Parque - Recopa Sulamericana



A primeira partida disputada na última semana fora de casa acabara em empate por dois a dois - o Palmeiras chegou a ficar duas vezes atrás do placar mas conseguiu o empate com gols de Jaílson ainda no primeiro tempo e Veiga, já nos acréscimos do jogo. Com 70% da capacidade do Palestra liberada a expectativa era de mais um título com o apoio da torcida.

Abel mandou a campo um time similar ao da final da Libertadores, mas com Gabriel Verón fazendo o papel de Scarpa (que ficou no banco por estar voltando de contusão), Marcos Rocha na lateral direita e Murilo substituindo o lesionado Luan. E só deu Palmeiras: Dudu infernizava pela direita, Rony puxava a marcação, Zé Rafael e Danilo serviam Veiga, que servia a bola aos nossos rápidos atacantes. Um pouco mais de capricho e poderíamos ter ido pro intervalo já com a vantagem.

Mas no retorno, no entanto, não teve jeito. Logo aos três minutos Zé Rafael recebeu falta na entrada da área: ele mesmo cobrou por sobre a barreira e colocou o Palmeiras à frente - o goleiro chegou a tocar na bola mas a cobrança foi inapelável. O Palmeiras continuou superior e só não ampliou poucos minutos depois com uma bicicleta de Rony porque o goleiro salvou milagrosamente.

Wesley (que substituíra Verón no intervalo) entrou muito bem e marcava alto, chegando a roubar uma bola e servir Zé Rafael que perdeu chance incrível. À exceção de um lance em que Weverton rebateu e Marcos Rocha nem quis saber e meteu pra escanteio, o adversário nada fez. Veiga e Dudu foram substituídos por Mayke e Atuesta, e foi o colombiano quem tomou a bola após duas divididas no campo de ataque e, de forma inteligente, esperou a chegada de Danilo (o melhor da partida) que tocou colocado pra fechar o placar. Fim de jogo e título alviverde!

Eu confesso que fiquei em dúvida em marcar esta partida como Recopa ou Amistoso. Não é porque levamos que as opiniões mudam: dentro de tantos títulos importantes vencidos pelo Palmeiras este é de fato o de menor expressão. Ainda assim, há mais uma taça pra nossa sala de troféus, inédita até então, e o momento deve ser curtido e celebrado. É campeão!












domingo, 23 de junho de 2019

08/06/2019 - Palmeiras 1x0 Athletico-PR

Estádio Palestra Italia / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro



Em talvez um dos jogos mais difíceis de toda a temporada até aqui, o Palmeiras sofreu pra passar pela defesa adversária e, embora tenha criado boas jogadas em profundidade, viu um jogo que pouco passava do meio de campo, de ambos os lados. Em bolas paradas, o adversário trouxe muito perigo mas parou em Weverton ou nas falhas de finalização. Ainda no primeiro tempo, Weverton foi covardemente chutado no rosto pelo adversário, que acabou expulso. O VAR entrou em ação e, depois de muito tempo, o juiz voltou atrás e deu apenas o amarelo. Critérios com os quais teremos que nos acostumar - só acho que a decisão deveria ser MUITO mais rápida que isso.

O jogo seguiu nervoso, com interrupções constantes por faltas, e tudo com a complacência do juiz, arrastando-se até o intervalo. Com Moisés no lugar de Bruno Henrique e, posteriormente, Raphael Veiga no lugar de Lucas Lima, o Palmeiras ditou todas as ações da partida durante os primeiros trinta minutos: foram finalizações de Zé Rafael, Lucas Lima, Deyverson, Edu Dracena, Veiga, Felipe Melo... um verdadeiro bombardeio, e a bola teimava em não entrar. Até que Dudu, que receberia lançamento de Marcos Rocha em condições de marcar, foi derrubado na área. Pênalti convertido por Raphael Veiga, que marcou o gol de número 600 registrado neste blog.

Dadas as condições de jogo uma bola bandida poderia nos custar dois pontos, então o final da partida foi de muito nervosismo, seguido de um alívio coletivo ao último apito. Mais uma rodada na liderança (ou duas, se recebermos de volta os pontos no STJD).





quarta-feira, 26 de setembro de 2018

05/09/2018 - Palmeiras 2x0 Atlético-PR

Estádio Palestra Italia / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro


Clique aqui para a ficha técnica

Após a sofrida classificação na Libertadores, o Palmeiras viajou a Chapecó para vencer o time local por 2x1 e encostar nos líderes do campeonato. Mais uma vez com o time reserva, nesta partida pré-feriado, o Palmeiras recebeu o regular adversário para se consolidar entre os primeiros e criar um clima de confiança para o derby do final de semana seguinte.

Com Prass no gol, Mayke e Victor Luis nas laterais e Moisés no comando pelo meio, o time sofreu para furar a defesa adversária, que veio fechada. A dupla de voltantes Thiago e Felipe não se encontrou, e poucas jogadas chegavam até Moisés - acionávamos as laterais com Dudu e William diretamente, com pouco resultado. Borja seguia isolado no ataque. Mesmo com alguma pressão recebida, as jogadas foram inertes de ambos os lados e o jogo foi para o intervalo.

Felipão mandou Bruno Henrique no lugar de Thiago Santos, que passou a fazer a ligação entre defesa e ataque, jogando mais próximo de Moisés. O time melhorou, mas o adversário se adaptou e o jogo voltou a ficar travado. Claro que esta intensidade os cansaria, e o Palmeiras passou a mandar na partida. Aos 25, o gol: Deyverson (que substituíra Borja) fez um bonito passe para William, que invadiu a área e abriu o placar.

Só dava Palmeiras, e buscávamos matar o jogo com uma série de finalizações, que passavam muito perto ou paravam na boa atuação do goleiro. Já nos acréscimos o juiz inventou uma falta, nossa defesa afastou e armou o contra-ataque. William marcaria seu segundo quando foi derrubado pelo goleiro. Pênalti, que Moisés converteu e fechou o placar.

Seguimos com chances em todas as competições, e com cada vez mais confiança, rodando elenco e com o apoio da torcida. Que a boa fase continue!








sexta-feira, 11 de agosto de 2017

06/08/2017 - Palmeiras 0x1 Atlético-PR

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro




Desfigurando, o Palmeiras foi a campo com o time totalmente reserva, visando o confronto de ali três dias pela Libertadores. Jaílson, suspenso, deu lugar a Prass; Fabiano e Zé como laterais, Dracena e Juninho na zaga. Jean e Tchê Tchê de volantes, e a trinca de ataque ficou entre Veiga, Erik e Bastos, com Borja isolado. A falta de entrosamento pesou muito, e o Palmeiras fez um primeiro tempo horroroso. Mesmo com alguns poucos lances no começo, o time não conseguia furar a retranca adversária por não conseguir tocar a bola rapidamente ou virar o jogo com precisão - também culpa da falta de entrosamento.

A situação piorou após levarmos um gol num lance de bola parada, que fez com que o adversário recuasse ainda mais. Para o segundo tempo, Moisés voltou de contusão após cinco meses e reacendeu a esperança da torcida. O time voltou melhor, enxergou espaços, mas não soube usar o maior volume de jogo. Quando conseguia finalizar, parava na marcação ou na falta de sorte/pontaria dos atacantes. Acabamos derrotados, acendendo a luz amarela quanto à real necessidade de poupar tantos jogadores em um campeonato que chegava apenas à metade.



segunda-feira, 16 de maio de 2016

14/05/2016 - Palmeiras 4x0 Atlético-PR

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro



Após quase um mês estava de volta ao estádio, desta vez para acompanhar a estréia do Palmeiras no Campeonato Brasileiro - e ela não poderia ter sido melhor. Com diversas mudanças feitas por Cuca durante o período de 'inter-temporada forçada' o time voltou com uma proposta tática diferente, e que funcionou muito bem nesta primeira partida.

Vimos jogadas nascerem dos dois lados do campo, com Egídio e Gabriel Jesus pela esquerda e com Jean, Tchê Tchê (em boa estréia) e Roger Guedes pela direita, contando com Cleiton Xavier no meio para fazer as inversões e deixar a bola rodar. Desta forma os espaços foram encontrados com naturalidade, e com um aproveitamento de 91% dos passes (algo pouco visto na história recente) as triangulações deram resultado. Aos 18, Cleiton Xavier lançou Gabriel Jesus em profundidade pela esquerda, e ele cruzou na medida para Roger Guedes dividir com Thiago Heleno (aquele), empurrando pra dentro.

É preciso falar do péssimo juiz da partida: ele, que já havia ignorado um pênalti (a discutir), errou ao tentar inverter uma falta e só percebeu o erro quando notou que teria que expulsar Barrios. Em um teatrinho ridículo deu a entender que o bandeira (que nem estava olhando no momento) o avisou que estava errado, e voltou atrás. Uma cena ridícula.

Nem deu tempo de piscar na volta para o segundo tempo: roubada de bola e toques perfeitos, terminando com cruzamento de Xavier para que Gabriel Jesus marcasse. Destaque para Barrios, que 'freou' no momento certo e 'atraiu' dois zagueiros com ele, deixando o caminho livre. Jogada muito bem construída, com muita inteligência. 

O Palmeiras manteve o ritmo e nem dava chances para o Atlético - Fernando Prass mal apareceu. jogando fácil e sem estrelismos, marcou o terceiro após escanteio (este gol eu filmei, abaixo) com Thiago Martins. Foram várias outras oportunidades e o placar poderia ter sido ainda maior, mas acabou sendo fechado só aos 41, novamente com Gabriel Jesus após tabela entre Rafael Marques e Alecsandro, que tinham entrado (além de Moisés, que também foi a campo).

Excelente estréia. De ponto de atenção, apenas a 'solidão' de Mateus Sales (que também fez boa partida) quando Jean e Tchê Tchê sobem para o ataque - Vitor Hugo e Thiago têm que fica de olho, ou o buraco pode ser aproveitado por atacantes mais velozes. Destaque também para as jogadas ensaiadas - embora ainda precisem de ensaio, deu pra ver que podem dar resultado. Uma boa variação, já que há algum tempo o Palmeiras não tem um batedor oficial de faltas.

Perderei algumas partidas por compromissos particulares e viagens a trabalho, mas devo estar lá contra o Fluminense no dia 25. Que seja um ótimo campeonato!
 






Alguns lances que eu filmei:


E os melhores momentos da TV Palmeiras:



segunda-feira, 3 de agosto de 2015

02/08/2015 - Palmeiras 0x1 Atlético-PR

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro




Mais um jogo no domingo de manhã, que embora seja um horário agradável não tem trazido boa sorte ao Palmeiras. Sem energia, o time errou demais nos passes e nas inversões de jogo, que deram sinais de já estarem "manjadas" pelas defesas adversárias. Sem velocidade, elas não funcionam contra times de marcação forte. E foi assim, como bom pequeno, que o CAP jogou.

Levamos um gol numa infelicidade tremenda, em um lance pouco provável, e não tivemos força pra reagir. Mais pontos desperdiçados em casa, e novamente fora do G4. O domingo acabou novamente cedo. Dia pra esquecer.