segunda-feira, 17 de julho de 2017

16/07/2017 - Palmeiras 4x2 Vitória

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro



O Palmeiras voltou a vencer após três partidas com boa atuação, em uma ensolarada manhã de domingo. Logo de cara, com segundos de jogo, Guerra teve boa oportunidade de abrir o placar, mas acabou mandando por fora. Embora demonstrasse que sufocaria o adversário, o Palmeiras vacilou em bola perdida de Felipe Melo, que resultou em contra-ataque e gol após chute muito feliz de fora da área. Mais uma vez saíamos atrás.

Com nervosismo jogando contra (e torcida também, vale dizer), o Palmeiras buscou se organizar e até levou o segundo, impedido, corretamente anulado. O juiz, que já não tinha dado um pênalti em lance anterior, marcou a penalidade em um agarra-agarra envolvendo Mina - um daqueles lances que serão reprisados sempre que formos (e seremos) prejudicados no futuro. Roger Guedes bateu muito bem e empatou. Ainda no primeiro tempo, Guerra (o melhor do time, não canso de repetir) tabelou e deu assistência a Dudu, que finalizou bem e virou o placar.

Na volta, novo pênalti a nosso favor não marcado (desta vez sobre William), e vacilo feio de Mina que quase resultou no gol de empate - a torcida apoiou o colombiano, apesar da falha. Pouco depois, uma cabeçada sem força ainda acertou a trave de Fernando Prass, batido no lance. Quando as coisas pareciam perigosas o Palmeira se encontrou, e em falta lindamente batida por Egídio o goleiro foi buscar no ângulo, espalmando e salvando o que seria nosso terceiro gol.

Dudu, infernal, voou pela direita e habilmente venceu dois advesários, cruzando na área para Roger Guedes que deixou a bola passar para William bater com precisão... na trave! No rebote, Mayke chutou com força e estufou a rede. Cabia mais: Michel Bastos (que entrara no lugar de Guerra) recebeu pela direita e cruzou na medida para Dudu escorar para o gol. 

O Palmeiras tirou o pé e foi castigado, levando o segundo gol após Egídio levar um drible desconcertante do atacante adversário. Borja ainda quase deixou o dele, após receber de Michel Bastos, mas errou por muito pouco. Mesmo com alguma oscilação, voltamos a vencer e o time deve ter um pouco mais de tranquilidade para trabalhar.








quinta-feira, 13 de julho de 2017

12/07/2017 - Palmeiras 0x2 SCCP

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro



Não há muito o que dizer. A importância de um derby é indescritível, e a partida certamente decidiria os rumos do campeonato para os dois lados. Foi exatamente o que aconteceu, mas da pior forma possível. O Palmeiras dominou as ações da partida e rodou a bola sem deixar o rival sequer se aproximar, mas pecou demais nas finalizações e na falta de assertividade nas descidas. Insistíamos nos cruzamentos que ou não chegavam no local certo ou eram facilmente rebatidos, uma vez que os alvos eram os baixos Dudu e William. 

Numa bola despretensiosa Bruno Henrique chegou atrasado e cometeu pênalti, nos deixando atrás do placar ao final do primeiro tempo. No intervalo, Cuca tirou Bruno Henrique e pôs Borja, deslocando Tchê Tchê para a volância e deixando Roger Guedes(!) como lateral direito. O time manteve o volume de jogo, mas continuou parando nas finalizações ou na cera adversária. Foi quando em uma jogada simples, nas costas de Roger Guedes (o improvisado lateral), o rival marcou o segundo. Cuca ainda tentou mexer e ir pro abafa, mas o nervosismo matou qualquer chance de reação alviverde.

Fim da invencibilidade em casa, e também das pretensões do Palmeiras no Campeonato Brasileiro de 2017.
 






segunda-feira, 3 de julho de 2017

01/07/2017 - Palmeiras 1x0 Grêmio

Estádio do Pacaembu - Campeonato Brasileiro



"Fora de casa" (havia show agendado para o Palestra), com time alternativo, uma vez que a primeira partida das oitavas da Libertadores seria dali a quatro dias, e ainda motivado pela grande partida no meio da semana, o Palmeiras foi ao Pacaembu em busca da quarta vitória seguida na competição. Cuca promoveu a estreia de Bruno Henrique ao lado de Zé Roberto (com Egídio na lateral), e Michel Bastos no meio com Erik e Keno pelas pontas.

É sabido que o adversário também veio desfigurado pelos mesmos motivos, mas o Palmeiras mostrou a força do elenco e dominou completamente a partida desde o início. Entre jogadas bem trabalhadas, arrancadas (de Keno, principalmente), criamos diversas chances de abrir o placar ainda no primeiro tempo (que incluiu aí um pênalti marcado bizonhamente fora da área). Apesar da boa atuação, fomos para o intervalo sem gols.

Na volta, um susto após um contra-ataque: Prass defendeu, a bola bateu em Zé Roberto mas Egídio estava em cima da linha e salvou o que seria o gol adversário. A partir daí a pressão foi toda alviverde, mas a bola teimava em não entrar. Cuca mandou William e Raphael Veiga nos lugares de Erik e Michel Bastos, e a pressão só aumentou. Aos 32, finalmente, Veiga recebeu de Roger Guedes (que entrara no lugar de Keno) pela lateral e cruzou pra área: não deu tempo tempo de chegar em nossos jogadores, já que o defensor adversário fez o favor de tocar contra suas próprias redes.

Embora tenha mostraado um volume maior nos últimos minutos, o adversário não conseguiu passar pela defesa palmeirense e fechamos o jogo com a vitória mínima, mas merecida de qualquer forma.







quinta-feira, 29 de junho de 2017

28/06/2017 - Palmeiras 3x3 Cruzeiro

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Copa do Brasil



O Palmeiras recebeu um tradicional adversário na partida de ida pelas quartas-de-final da Copa do Brasil, repetindo os confrontos que teve em 2015, quando levamos o tricampeonato. O ano de 2017, que já havia nos trazido partidas memoráveis decididas nos últimos segundos, nos trouxe mais uma noite difícil de esquecer.

Uma escalação inicial 'estranha', em meio a desfalques (lesão e impossibilidade de inscrição no tornei) e outros retornando de contusão e com duvidoso ritmo de jogo. Foi assim que o Palmeiras entrou e prensou o adversário logo de cara, dando a impressão de que bravemente abriria o placar. Guerra fez linda jogada e por muito pouco não fez um golaço antes dos cinco minutos. Mas o oportunismo dos contra-ataques, falhas individuais e desorganização do meio-de-campo permitiram que fôssemos para o intervalo com nada menos que TRÊS gols atrás no placar. O time reagiu à troca de Fabiano por Egídio, pôs a bola no chão e se articulou, mas só nos restava torcer por um segundo tempo espetacular com uma reação digna de Palmeiras.

E ela veio! Guerra, lesionado, deu lugar a Borja: Dudu passou a armar o jogo, com Guedes e William nas pontas. E o Palmeiras começou com tudo, prensando o adversário e não o deixando respirar, até que marcou o primeiro antes dos dez minutos com  Dudu, após bola espirrada do chute de Zé Roberto. Logo depois, William quase marcou de bicleta, exigindo grande defesa do goleiro. Mas não teve jeito: o Verde chegou ao segundo gol aos 15 minutos, novamente com Dudu, que recebeu lindo passe de Borja e tocou na saída do goleiro.

O estádio estremeceu, a torcida (que não parou de incentivar mesmo com o 3x0) entrou em campo, e a pressão não parou. Em mais cinco minutos, o empate: cobrança de falta, bate-rebate na área, e William acertou um belo chute, indefensável. Os adversários, boquiabertos, fizeram o que lhe restavam: cera, catimba, retranca. Esfriaram o jogo porque sentiram o momento do Palmeiras, e embora tenham assustado em contra-ataque foi o time de verde que teve mais chances de sair com a vitória. Keno entrou no lugar de Roger Guedes e tentou jogadas pelos flancos, mas apesar da pressão não foi possível virar a partida.

Não foi o melhor resultado - temos que obrigatoriamente ganhar fora -, mas foi uma partida que muda ânimos e conceitos. Preocupação com Guerra, o melhor do time, mas animado com as demais atuações.







quinta-feira, 22 de junho de 2017

21/06/2017 - Palmeiras 1x0 Atlético-GO

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro



Demonstrando evolução partida a partida, o Palmeiras precisava consolidar a volta da confiança após a boa vitória fora de casa na rodada anterior. Contra um dos lanternas do campeonato a tarefa não parecia tão complicada, mas os desfalques (Thiago Santos contundido e William suspenso) novamente impediram Cuca de escalar o time titular por duas rodadas consecutivas.

Com Jean e Tchê Tchê fazendo a proteção à zaga, Egídio e Mayke nas laterais puderam subir com frequência e jogar com Roger Guedes e Keno, tendo ainda Borja como centroavante e Guerra pelo meio. Esta postura ofensiva já era esperada, e resultou em uma retranca absurda dos visitantes. O jogo tinha poucos lances de perigo, e Prass também passou por alguns apuros. Boas tabelas aconteceram apenas após a metade do tempo, e já nos acréscimos Borja marcou o único gol da partida, após jogada de Roger Guedes pela lateral.

Os visitantes tiveram que partir pra cima, mas pouco foi criado para aproveitar os contra-ataques. Guerra (o melhor do time, já falo há muitas rodadas) fez ótima jogada e passou para Borja em profundidade, mas o goleiro salvou com os pés o que seria nosso segundo gol. Cuca mandou Dudu (retornando de contusão) a campo no lugar de Keno, além de Luan e Raphael Veiga nos lugares de Tchê Tchê e Borja. Sentindo a falta de ritmo, nosso camisa 7 perdeu um gol na pequena área, sozinho, chutando para cima um bom cruzamento de Roger Guedes.

Prass ainda fez milagre em contra-ataque rápido, tirando com as pontas dos dedos uma bola com endereço certo. Pouco depois, Guerra ajeitou o corpo para aproveitar uma bola lançada de nossa defesa, e bateu de forma consciente buscando encobrir o goleiro, que tirou por muito pouco. Quase um golaço.

Apesar de outros lances de perigo, o jogo terminou com nossa vitória pelo placar mínimo. Sem volantes de contenção e com dois apoiadores nas laterais o Palmeiras não rendeu e demonstrou fragilidades. Ainda assim emendamos a segunda vitória seguida, mas aguardamos correções táticas para quando esta formação tiver de ser usada novamente, além do retorno dos desfalques.