sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

15/02/2018 - Palmeiras 2x2 Linense

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Paulista




Buscando manter os 100% no ano, o Palmeiras veio a campo contra um dos piores times do campeonato com Guerra ficou na meia direita no lugar de William Bigode - nosso treinador se deu ao "luxo" de testar algumas variações técnicas nesta partida. E logo aos três minutos Guerra enfiou para Borja pelo alto, e nosso atacante não desperdiçou, batendo cruzado. Um a zero, tento que representa o 500º gol registrado neste blog.

Passado o gol, o Palmeiras criou algumas oportunidades mas claramente cadenciou a partida, agredindo sem muita força, embora dominando a partida. Após alguns lances dos dois lados, quando o primeiro tempo já se aproximava do fim levamos um empate num gol de "nuca" após cobrança de falta. Borja teve ainda um gol corretamente anulado, e o placar foi de 1x1 para o intervalo.

Sem mudanças, o Palmeiras voltou tentando furar o bloqueio do adversário, que jogava nos contra ataques. Aos seis minutos Marcos Rocha enfiou uma bela bola em profundidade para Borja, que trou do goleiro e bateu quase sem ângulo para marcar seu segundo gol na noite. Com Scarpa no lugar de Guerra, o time criou algumas jogadas mas continuou sem muita agressividade e acabou permitindo a chegada do adversário. Chegamos a levar um gol, corretamente anulado por impedimento.

Mas aos 30, não teve jeito: Thiago Martins rebateu mal e veio um chute de fora da área, que desviou no próprio Thiago para tirar Jaílson da jogada, empatando a partida. Roger mandou William Bigode no Dudu, e em seguida Keno no Lucas Lima. Scarpa, agora armando pelo meio, levantou uma bola que Borja acabou desperdiçando ao cabecear em cima do goleiro. Sob fraca chuva, o jogo arrastou-se até o final e gerou revolta(!) em parte da torcida.

Foi um mau resultado, mas o clima de "amistoso" e a perda dos 100% serviram para diminuir o oba-oba quanto ao elenco, além de permitir alguns testes com a variação dos jogadores. Continuamos no caminho certo!







terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

04/02/2018 - Palmeiras 2x1 Santos

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Paulista


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Em jogo controlado, o Palmeiras engatou a quinta vitória em cinco jogos na temporada e venceu o primeiro clássico de 2018. Lotado, logo no primeiro minuto o Allianz Parque viu o gol de Antônio Carlos, de cabeça, após cobrança de escanteio. Pouco depois, Lucas Lima cobrou falta do lado direito: quase sem ângulo, o meia meteu uma curva na bola e ela explodiu na trave esquerda. Quase um golaço!

O ritmo diminuiu e o adversario começou a ter mais posse de bola, mas sem grande perigo - exceto por uma bola despretensiosa que Jaílson salvou. Nossa zaga, segura, rebateu todas as investidas, e Tchê Tchê e Felipe Melo seguraram o meio com qualidade.

Sem mudanças, o Palmeiras voltou com mais fôlego para o segundo tempo. Em jogada de profundidade Tchê Tchê cruzou na área, encontrando Borja: ele tentou finalizar de esquerda, mas acabou travado. Pouco depois a redenção do colombiano: Borja brigou pela bola, abriu para William Bigode e correu pra área; Bigode veio trazendo a bola, mas antes que pudesse finalizar Borja surgiu chutando tudo! Um tapa preciso de fora da área, no canto esquerdo do goleiro, pra aumentar o placar. 

Após nova diminuição de ritmo o adversário achou seu gol, e de forma irregular. Marcos Rocha cortou finalização e a bola claramente saiu para novo escanteio. Os dois times pararam, mas o juiz mandou seguir: a bola voltou para a lateral direita de nossa defesa para novo cruzamento, e com a desatenção de Felipe Melo a bola foi desviada de cabeça. Dois a um. 

Roger promoveu mudanças, mandando Keno e Bruno Henrique nos lugares de Dudu e Tchê Tchê (que tinha conseguido boa finalização de esquerda, como fazia em 2016, minutos antes). Com mais mobilidade passamos a jogar mais com as bolas enfiadas, mas com pouca eficácia. Exceto pelo lance em que William recebeu na área e foi escandalosamente derrubado. Pênalti não marcado.

Gustavo Scarpa fez sua estréia nos minutos finais, substituindo Lucas Lima. O Palmeiras administrou a partida até o final e ficou com mais uma vitória. Vimos pouca evolução tática neste jogo, mas o padrão de jogo imposto por Roger se manteve, e esta disciplina pode nos levar às taças. Seguimos torcendo!







segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

25/01/2018 - Palmeiras 2x1 Red Bull

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Paulista



Buscando a terceira vitória em três partidas, Roger Machado girou mais uma vez o elenco colocando Thiago Santos como contenção pelo meio e Keno como titular, além de retornar Mayke à lateral direita. Mesmo com outras peças, a formação foi similar e o Palmeiras abafou o adversário, apresentando maior volume de jogo. No entanto, levamos uma bola em profundidade que, após cruzamento, encontrou o atacante dentro da área. Uma cabeçada fortíssima, e Jaílson nada pode fazer.

Por vários minutos o time passou a estudar e a rodar a bola, e a torcida comportou-se da pior forma possível, com vaias e palavrões. Foram quase 15 minutos sem jogadas de perigo. No último lance do primeiro tempo, Keno sofreu falta pela direita: Lucas Lmas cobrou e Thiago Santos pôs pra dentro - pela TV deu pra ver que ele estava à frente, em posição de impedimento. O juiz validou e o jogo foi pro intervalo com o empate.

Sem mudanças, Borja quase marcou logo de cara após bom passe de Dudu. O adversário passou a jogar atrás, mas o Palmeiras aproveitada todas as oportunidades que tinha e criava jogadas. Faltava a finalização! Roger fez três mudanças: William Bigode, Bruno Henrique e Guerra nos lugares de Keno, Tchê Tchê e Borja.

Foi quando o bandeira quis compensar o erro no gol alviverde e deu pênalti de Antônio Carlos sobre o atacante adversário. Jaílson pegou a (péssima) cobrança, e ainda cresceu pra rebater o rebote a queima-roupa, salvando o Palmeiras. Pouco depois o adversário teve um jogador expulso, e o Palmeiras quase vira com Bruno Henrique, que desperdiçou boa chance. Quase no fim, a virada: após jogada na área, Thiago Martins é pegou a sobra e cruzou: a bola passou por todos e se ofereceu limpa para Thiago Santos marcar seu segundo gol da noite.

Longe de ser uma bela apresentação, o time comportou-se bem mesmo bastante modificado e reagiu, levando os três pontos. É uma boa demonstração do trabalho que vem sendo feito, e creio que teremos ainda mais evolução durante esta primeira fase do Campeonato Paulista.







19/01/2018 - Palmeiras 1(2)x(3)1 Portuguesa

Estádio do Pacaembu - Copa Sãp Paulo de Futebol Júnior


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Depois de passar em primeiro do grupo que contava com Luverdense, MotoClube e o time local, o Palmeiras mandou as partidas seguintes do mata-mata contra Botafogo-PB, novamente contra o time local e Vasco-RJ na cidade de Taubaté, chegando as quartas-de-final da Copinha contra a Lusa. Alegando segurança, mas na verdade valendo-se de um oportunismo tremendo, a FPF mandou o jogo no Pacaembu e cobrou de 30 a 50 reais do torcedor. Em protesto, as organizadas não compareceram e o estádio ficou vazio. O descaso ficou ainda pior quando, com o Palmeiras melhor em campo e sufocando o adversário, as luzes do estádio se apagaram. Foram quase 30 minutos de interrupção, e o jogo voltou debaixo de chuva.

Com a quebra de ritmo, o Palmeiras manteve-se no ataque mas exercendo menor pressão e finalizando pouco. Foi castigado no último lance do primeiro tempo, em um contra-ataque em profundidade o atacante adversário sofreu pênalti, convertido. Com o revés no placar e sob pressão da torcida(!), foi-se a organização tática e não víamos o time que vinha tão bem na competição. Pressão total, mas na vontade, "na raça", sem aplicação. Ainda assim, chegamos ao empate em uma bola enfiada que, após defesa do goleiro, Yan empurrou pro gol.

Com mais calma o Palmeiras ainda quase se classificou no tempo normal, mas faltou calma nas finalizações. A disputa foi para os pênalts, e Anderson ainda pegou a primeira cobrança, nos colocando à frente. No entanto, três de nossos jogadores desperdiçaram suas cobranças (curiosamente, todos fizeram a 'paradinha' em suas corridas para a bola), e o Palmeiras acabou desclassificado.

Nomes que subirão, outros que serão emprestados, e o saldo não pode ser considerado de todo negativo. No entanto, por mais um ano o Palmeiras segue a sina de ter um time competitivo e não chegar ao título da Copinha - e, neste ano, éramos de fato favoritos. Apesar de querermos ganhar (claro, SEMPRE queremos), não é o fim do mundo! Força pra molecada!







sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

18/01/2018 - Palmeiras 3x1 Santo André

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Paulista



O Palmeiras iniciava a temporada 2018 cheio de novidades, desde novos reforços (e retorno de pratas da casa antes emprestados) até um novo treinador: Roger Machado comandava o Verdão pela primeira vez, e em casa. Mesmo maneirando nas expectativas - como todo começo de temporada - quase 32 mil torcedores foram ao Palestra, e não se decepcionaram.

Borja iniciou como titular, tendo a trinca Dudu, William e Lucas Lima (um dos estreantes da noite) para serví-lo. Na verdade, Borja movimentou-se muito mais que o que vimos em todo o ano passado, buscando, servindo, brigando e trombando em todas as descidas. E foi dele a assistência, após belo passe de Felipe Melo, para Dudu de calcanhar carimbar a trave: no rebote, William Bigode marcou o primeiro gol do Palmeiras em 2018.

Jogando fácil, tendo a nova zaga composta por Antônio Carlos e Thiago Martins muito segura, e com um meio de campo de qualidade, o Palmeiras logo chegou ao segundo gol: William serviu Borja, que finalizou prensado entre dois adversários; a bola subiu e Lucas Lima pegou de primeira, de fora da área, marcando seu (belo) primeiro gol com a nossa camisa.

Sem motivos para fazer cera, o adversário voltou mais ligado no jogo no segundo tempo e exigiu boas defesas de Jaílson (titular por mérito, mesmo com Weverton e Prass disponíveis). Quase chegamos ao terceiro com William após cruzamento de Victor Luis, mas no contra ataque o placar foi diminuído após bobeira da zaga - eram três contra um, mas ainda assim o cruzamento foi feito. Jaílson afastou a primeira, mas nada pôde fazer quanto à sobra.

Demonstrando cansaço, o Palmeiras acabou permitindo nova chegada do adversário, que após chute mascado viu a boa bater lentamente na trave esquerda de Jaílson. No rebote, nova finalização na trave. Roger mandou a campo Bruno Henrique e Keno nos lugares de Tchê Tchê e Dudu (Juninho já havia substituído Antônio Carlos, machucado). Em bola esticada, Keno invadiu a área, puxou pro meio e bateu colocado: a bola carimbou a trave do outro lado. Teria sido uma pintura!

Mas logo depois a insistência recompensou nosso camisa 11: Keno recebeu de Lucas Lima e invediu a área, para desta vez bater forte, rasteiro, no cantinho. Keno ainda quase fez o quarto, mas acabou desperdiçando o que transformaria a estréia em goleada.

O time mostrou qualidade individual enquanto ainda não tem 100% do entrosamento tático. Foi um bom começo, com o elenco mostrando alternativas de jogo dentro da mesma partida.