quinta-feira, 15 de setembro de 2016

14/09/2016 - Palmeiras 1x1 Flamengo

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro



Primeira partida sem torcida na Gol Norte por causa da punição sofrida pela briga contra o mesmo "time" no primeiro turno. Depois da cerveja na Da.Vila Beer Kombi na Diana fui, pela primeira vez, em direção ao meu lugar na Cadeira Gol Sul.

Mesmo com a escalação "surpresa" de Gabriel Jesus (após suposta contusão na partida anterior), tivemos um jogo nervoso mesmo atuando com um a mais por 50 minutos. Os vagabundos vieram fechados e atacavam sem qualquer pretensão, e foi em uma jogada quase casual que acharam seu gol, já no segundo tempo. Cuca sacou Gabriel para entrada de Barrios, e abriu um buraco no meio. Levamos o gol em cima de Zé Roberto, que não recompôs a tempo. 

O Palmeiras, que não fazia má partida até então, cedeu ao nervosismo e atacava com volume, mas sem efetividade. Foram 20 minutos em que corremos mais o risco de levar mais um do que de empatar. Uma falha de Tchê Tchê, também tentando recompor o meio, quase consolidou a tragédia.

Após bola espirrada da área, no entanto, Jesus dominou bem, cortou a marcação e pôs no canto direito. A bola ainda bateu na trave para morrer do outro lado. A pressão a partir daí foi absurda, assim como a cera feita pelos vagabundos. Enquanto isso, a diretoria deles do camarote logo acima da Gol Sul esbravejava e provocava nossa torcida. Fiz alguns filmes que mostram claramente a provocação - e nossa torcida, claro, caiu.

O empate não mudou nada e nos mantivemos na liderança. A "sequência maldita" termina sábado, e poderemos recuperar pontos nas partidas seguintes, desde que o time mantenha moral e o esforço, e saiba substituir os desfalques.







quinta-feira, 8 de setembro de 2016

07/09/2016 - Palmeiras 2x1 SPFC

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro



Mais uma vez prejudicado pelo rating, tive que acompanhar o clássico da arquibancada superior. Desta vez fiquei na Oeste, bem no meio, mas a visão privilegiada não compensa a falta da torcida e os comentários BIZARROS durante o jogo, além das brigas e discussões. De fato, perde-se todo o prazer de acompanhar o jogo do estádio.

Com uma formação diferente, usando Allione como titular caindo pela direita e Dudu pela esquerda, o Palmeiras sofreu pra passar pelo meio de campo montado pelo rival. Vale a comparação entre os times pequenos: o primeiro tempo foi muito parecido com o da partida anterior contra o Botafogo-PB. O Palmeiras foi superior e teve mais volume de jogo, mas foi pouco eficaz - também pela falta de inspiração de Rafael Marques, solitário no ataque.

Levamos o gol logo no início do segundo tempo, num lance improvável, mas que poderia colocar tudo a perder. O time não se abateu, e com Gabriel Jesus no lugar de Allione vimos uma evolução nítida. Não só pelo nosso ataque em si, mas pela desorganização da defesa adversária que tremeu e não soube marcar. Com isso, outros jogadores se aproveitaram dos espaços e o Palmeiras chegava com muito mais perigo.

Mina empatou após cobrança de falta de Jean, e o time permaneceu em cima, bombardeando o adversário. Zé Roberto perdeu chance cara a cara com o gol após cruzamento de Gabriel Jesus. Aos 25, a virada: Dudu cobrou escanteio e Vitor Hugo fechou o placar de cabeça. Ainda deu tempo para um lançamento perfeito de Dudu para Jesus, que dominou com grande habilidade e mandou no canto, para uma dificílima defesa do goleiro.








quinta-feira, 1 de setembro de 2016

31/08/2016 - Palmeiras 3x0 Botafogo-PB

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Copa do Brasil




Estréia do Palmeiras na Copa do Brasil, já nas oitavas de final por ser o atual campeão. Estréia também da nova terceira camisa, em dois tons de azul, em homenagem ao modelo utilizado pelo Fernando Prass. Havia a dúvida se Cuca mandaria a campo o time titular ou se pouparia jogadores. Uma vez que a próxima partida seria só depois de uma semana, não houve necessidade.

Marcação forte dos visitantes, mas o cansaço apareceria fatalmente. Apesar de algumas bobeadas individuais, os sustos não foram grandes durante todo o primeiro tempo, de nenhum lado. No segundo tempo tivemos um pênalti irregular (falta foi fora da área) marcado a nosso favor, que Jean converteu. Pouco depois, Rafael Marques fez o seu após toque de Erik (que pouco antes perdera um gol inacreditável). E após passe de Allione e bela fina, Tchê Tchê fechou o placar.








quarta-feira, 24 de agosto de 2016

21/08/2016 - Palmeiras 2x2 Ponte Preta

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro



O Palmeiras recebeu a Ponte Preta pela terceira vez em seu estádio, havendo perdido os dois primeiros confrontos e sem ter marcado sequer um gol. E não foi desta vez: mesmo estando à frente do placar por duas vezes, com gols de Rafael Marques e Thiago Martins, acabou cedendo o empate num contra-ataque e perdeu a chance de disparar na tabela.

Contra um time que veio só para jogar no contra-ataque, o desfalcado Palmeiras pouco conseguiu criar taticamente para envolver o sistema defensivo adversário. As jogadas de perigo saíram de lances individuais, primeiro de Dudu que lançou para a finalização de Moisés, e depois de Roger Guedes que resultou no primeiro gol, de Rafael Marques (que só precisou empurrar pra dentro).

Ao início do segundo tempo, um bate-rebate na área resultou no gol da Ponte, que se fechou novamente. O Palmeiras ainda passou à frente mais uma vez, com cabeçada de Thiago Martins após escanteio de Jean, mas sofreu o empate logo depois em jogada de velocidade. Egídio não conseguiu marcar, nem correr, nem desarmar, nem bloquear, e nem sequer tentou fazer a falta pra matar a jogada.

O time segue líder, mas definitivamente foi uma tarde extremamente frustrante. Para piorar, com a falha do rating do Avanti, fiquei na arquibancada superior. Não sabia se ficava mais nervoso com o resultado da partida ou com a cornetagem desenfreada e descabida de espectadores de programas esportivos vespertinos...







segunda-feira, 8 de agosto de 2016

07/08/2016 - Palmeiras 2x1 Vitória

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro




Voltei ao Palestra após quase um mês longe do estádio, por motivos pessoais e profissionais. A expectativa de reabilitação era grande, após três rodadas sem vitória e a perda da liderança. Provisoriamente a recuperamos após bater o Vitória, com gols de Barrios (o 100º do Palmeiras no novo Palestra, e o 400° registrado aqui neste blog) e Cleiton Xavier.

O time não convenceu, infelizmente, e minha opinião. Começando pela direita, Tchê Tchê fazia boa partida tabelando com Jean, mais pro meio. Por volta dos 30 minutos ele inverteu, aproximando-se de Zé na esquerda, e então todas as jogadas passaram a ser por ali. O Vitória só atacava pela sua esquerda, parando na nossa marcação bem colocada.

Jean perdeu um pênalti, que além de ter sido extremamente mal batido teve um adiantamento monstruoso do goleiro - que até então estava pegando tudo. Leandro Pereira saiu sentindo contusão séria, e deu ligar para Barrios que logo depois guardou o seu. Barrios também saiu lesionado ao início do segundo tempo, e Rafael Marques foi para seu lugar. Pouco fez o camisa 19, no entanto. Palmeiras segue com a má sorte.

O time jogou melhor e demonstrou vontade, mas levou os três pontos também pela fragilidade do adversário. Tem muito o que treinar com opções táticas diferentes. Que o elenco não fique ainda mais reduzido, por lesões ou suspensões.