segunda-feira, 23 de novembro de 2015

21/11/2015 - Palmeiras 1x1 Cruzeiro

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro



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Desfigurado, o Palmeiras foi a campo com o time reserva já pensando na primeira decisão da Copa do Brasil, na quarta-feira. O jogo visto foi bastante dentro do esperado, embora surpreendeu o adversário não buscar tanto o jogo (uma vez que ainda disputava o G4). Apesar de tudo, o Palmeiras levou um gol no primeiro tempo equilibrado (nivelado por baixo) por causa de duas falhas individuais seguidas, de Leandro Almeida e João Pedro. Na frente, o jogo não fluía entre os desentrosados Kelvin e Mouche, com Cristaldo de centroavante e Allione na criação.

No segundo tempo, após algumas mexidas e a entrada de dois titulares, o Palmeiras passou a trabalhar um pouco mais a bola e contou acertos pontuais pra chegar ao empate. Egídio cruzou na medida pra Barrios, que cabeceou com precisão. Dava pra ter virado, foram diversos outros lances de perigo, mas também dava pra ter saído com a derrota se não fossem pelo menos duas excelentes intervenções de Prass. Em um jogo em que nada valia, com time reserva, em que o adversário jogou melhor e com o pior público do Brasileiro 2015 do Novo Palestra, ficou de bom tamanho.










segunda-feira, 9 de novembro de 2015

08/11/2015 - Palmeiras 0x2 Vasco

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro




"Ritmo de treino" não explica a apresentação medonha do Palmeiras neste jogo. Na verdade, absolutamente nada pode explicar. Não foi 'apenas' acomodação por estar na final da Copa do Brasil e jogar a toalha no Brasileiro (algo que já é inadmissível por definição). Foi uma apresentação abaixo de qualquer adjetivo.

Junte a isso o fato de eu ter perdido estrelas no Avanti por ter ficado um mês fora, sem ir aos jogos. Não consegui ingresso na Gol Norte, e pela primeira vez fiquei junto aos torcedores ditos "comuns", nas superiores. OK, o time perdeu e jogou mal como há muito não se via, mas os comentários, o clima (a falta dele), as BRIGAS entre os torcedores só porque um ou outro ficava em pé nos lances ou porque "gritou gol antes"... é de se lamentar.

Restam ainda três jogos em casa no ano, e não há nada que eu possa fazer quanto ao meu lugar no estádio. Espero que haja o que o time possa fazer, ao menos, dentro de campo.








quinta-feira, 29 de outubro de 2015

28/10/2015 - Palmeiras 2(4) x (1)1 Fluminense

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Copa do Brasil




Noite de decisão, mais uma, e o clima não poderia ser melhor antes do jogo (veja no vídeo abaixo). Eu, confesso, estava preocupado com tudo, desde o gramado (depois de DOIS shows seguidos no fim de semana anterior), a possibilidade de levarmos gols (o primeiro jogo fora 2x1 pra eles), até as reclamações do juiz na imprensa desde o primeiro jogo... enfim, tensão total! Era sabido que durante toda a partida os dois times estariam "a um gol" da classificação, e qualquer coisa poderia acontecer.

Mesmo com muitos retornando de lesão o Palmeiras foi muito melhor no primeiro tempo, com o time encaixado com Robinho na criação e o volante recém promovido da base Matheus Sales em partida perfeita. A preocupação era com os laterais, Zé Roberto e Lucas, que poderiam entregar a qualquer momento. Eles, no entanto, tiveram o apoio de Amaral, Victor Hugo e Jackson, o trio que atuou muito bem, como há muito não se via.

Seguro, o Palmeiras abriu o placar aos 13 com Barrios, após cruzamento de Robinho. Pouco depois, pênalti em Gabriel Jesus - lance que não vimos porque estávamos sob o bandeirão, ainda na comemoração do gol. Zé cobrou para a defesa de Cavalieri, não conseguiu concluir no rebote, mas Barrios chegou pra colocar pra dentro e aumentar. O Palmeiras foi melhor no primeiro tempo, mas não soube se arrumar no segundo com as mudanças do adversário, levando um gol num contra-ataque bobo.

Lentamente o jogo arrastou-se para o fim, com direito a gol verde (bem) anulado no último minuto de jogo, e um milagre de Fernando Prass no último segundo de jogo. A vaga seria decidida nos pênaltis: Rafael Marques soltou um canhão no ângulo, indefensável. Levamos o empate, e em seguida Jackson converteu o segundo. Fernando Prass defendeu de forma espetacular, e Cristaldo não perdoou abrindo 3x1. Depois de um chute bizonho por cima do gol, Allione converteu o dele fechando o placar e nos dando a classificação. E, também registrado no vídeo, ninguém queria ir embora do Palestra...








Gravei um breve vídeo com três cenas da torcida, durante o pré-jogo na Rua Turiassu (agora Palestra Italia) e após a classificação, nas arquibancadas:


E os melhores momentos da partida:



quinta-feira, 15 de outubro de 2015

14/10/2015 - Palmeiras 0x1 Ponte Preta

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro




A palhaçada feita pelo juiz não pode passar sem comentário, mas o Palmeiras fez um jogo tão horroroso que muito dificilmente sairia com o resultado positivo, mesmo sem a interferência do trio de arbitragem. Levamos um gol de pênalti "daqueles", em que a bola bate no braço colado ao corpo e o juiz marca por "interpretação". Mesmo assim, o Palmeiras não criou nada em nenhum momento,  jogando sem qualquer articulação no meio de campo e abusando dos chutões. O time, que vinha de uma vergonhosa goleada sofrida em Chapecó dez dias antes, se afastou ainda mais do grupo que briga pela Libertadores. Não há muito mais o que comentar...







quinta-feira, 1 de outubro de 2015

30/09/2015 - Palmeiras 3x2 Internacional

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Copa do Brasil




Perdi as três últimas partidas em casa, e completei exatamente um mês sem ir ao Palestra. Nova correria para chegar a tempo de ver o segundo jogo das quartas de final da Copa do Brasil 2015, mas mesmo com o trânsito no caminho deu tudo certo.

Com alguns desfalques (lesões e também regulamento, já que jogadores não podem defender dois times em uma mesma edição do torneio), o Palmeiras não quis saber de aproveitar o empate com gols do jogo de ida, e buscou a vitória. Aos sete minutos Vitor Hugo abriu o placar numa cabeçada indefensável após escanteio cobrado por Zé Roberto. O jogo continuou com muitos lances de risco, que pareciam ser mais perigosos contra o Palmeiras. Apesar da atuação ridícula do juiz, que distribuiu faltas e cartões contra nós sem o menor critério, o Palmeiras aumentou a vantagem de pênalti convertido por Zé Roberto.

No segundo tempo o time pareceu ainda mais confiante, mas acabou levando um gol em um lance irregular (Lucas sofreu falta - praticamente um chute no rosto - ao ser desarmado) e também de falta de sorte. O Internacional cresceu e passou a pressionar, sempre parando em Fernando Prass ou em Vitor Hugo, que fizeram excelente partida. Mas o empate veio, e novamente de forma irregular, num lance que deveria estar impedido.

A tragédia parecia que ia mesmo acontecer, mas logo na saída de bola o Palmeiras trocou passes rápidos e Allione (que entrara no lugar de Gabriel Jesus - em mais uma fraca partida) foi à linha de fundo para cruzar para a cabeçada certeira de Andrei Girotto, que confirmou nossa classificação às semifinais contra o Fluminense.