segunda-feira, 24 de outubro de 2016

23/10/2016 - Palmeiras 2x1 Sport

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro



Cheguei atrasado ao jogo pois tinha um compromisso fora da cidade pela manhã, mas pela internet acompanhei a estranha movimentação nos arredores do Palestra: sem aviso prévio, a polícia cercou o estádio e impediu o livre acesso de qualquer um que não apresentasse o ingresso. Existem sim muitos problemas (cambistas, ambulantes, furtos) pelos quais culpamos a própria polícia, mas não me parece correto solucioná-los tirando a liberdade daqueles que deveriam ser protegidos. Clima de velório, nada daquela atmosfera que faz parte do dia de jogo.

Entrei aos vinte minutos, e no momento em que pus os olhos no campo Moisés deu passe magistral para Dudu, na corrida, dominar e bater cruzado para abrir o placar. Pelo que pude acompanhar o Palmeiras mal tinha visto a cor da bola até então, mas o contra-ataque foi mortal. O gramado em nada ajudava, visivelmente danificado depois dos shows - parecia até pior que quarta-feira. O Sport empatou após escanteio, e quase virou depois em jogada rápida.

Foi o que o Palmeiras precisou para acordar, passando a mandar novamente na partida. Foi pressão verde pra cima do goleiro adversário, e o gol da vitória saiu no último lance do primeiro tempo: Moisés cobrou o lateral, Barrios só encostou na bola, de cabeça, mandando ela pra trás. Dudu tentou aproveitar mas a bola foi prensada, chegando na medida para Tchê Tchê chegar batendo.

O segundo tempo teve poucos lances que empolgaram, também porque Cuca pôs Thiago Santos para fechar o meio. Mesmo com Cleiton Xavier no lugar de Allione e Alecsandro no lugar de Barrios, o Palmeiras pouco criou, e ainda contou com boas defesas de Jaílson (que levou o terceiro amarelo) para segurar o placar.






quinta-feira, 20 de outubro de 2016

19/10/2016 - Palmeiras 1x1 Grêmio

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Copa do Brasil




Foi um hiato de quase um mês sem mandar partidas no Palestra, graças aos shows de Andrea Bocelli e Aerosmith (a partida frente ao Cruzeiro foi disputada em Araraquara). Novamente em casa, o Palmeiras precisava reverter o placar de 2x1 conquistado pelo Grêmio na primeira partida. Por causa da boa campanha no Campeonato Brasileiro, Cuca foi com oito reservas a campo para poupar os titulares para o jogo de domingo.

E o time correspondeu e jogou bem, bem armado e sólido, prova de um bom e qualificado elenco. Martelamos a retranca gaúcha o primeiro tempo inteiro, com direito a uma cabeçada de Barrios no travessão. Thiago Martins fez o gol logo no retorno para o segundo tempo, de cabeça, após escanteio cobrado por Cleiton Xavier. No lance seguinte, Allione fez falta dura e desnecessária, sendo expulso direto - e com razão. O time desequilibrou e Cuca mexeu, mas não havia mais como ditar o ritmo e encolher o Grêmio.

O Palmeiras segurou a pressão até os 30, quando levou o empate que nos tirou da Copa do Brasil 2016. O time, mesmo baqueado, ainda buscou nos últimos minutos, mas a cera adversária fez com que o tempo corresse e acabamos de fora. Ao final, a torcida reconheceu o time, aplaudiu e cantou que "seremos campeões". Que domingo façamos um bom jogo e que o elenco não se deixe abater.








segunda-feira, 3 de outubro de 2016

24/09/2016 - Palmeiras 2x1 Coritiba

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro



Apesar de classificado, o Palmeiras vinha de derrota fora de casa com time misto para o Botafogo-PB na Copa do Brasil, e voltava as atenções para a disputa do Brasileiro. Passada a sequência de líderes chegava a hora dos adversários de menor expressão, e é exatamente aí onde mora o perigo. O Coritiba vinha de cinco vitórias nos últimos sete jogos, e todo cuidado seria pouco.

Com a defesa adversário preenchendo todo o meio de campo, poucas oportunidades foram vistas no primeiro tempo já que Roger Guedes e Dudu pouco se entenderam com Gabriel Jesus, que fazia o pivô dentro da área. Pouquíssimas boas jogadas e muitas, muitas faltas.

O Palmeiras voltou com Leandro Pereira no lugar de Erik, tendo Jesus um pouco mais recuado e flutuando na área, e o time voltou arrasador: logo de cara, após lateral de Moisés e toques de cabeça, Jesus testou firme a bola no travessão. Um pecado! Mas em seguida, após cobrança de falta de Dudu, Leandro dividiu com o goleiro e pôs pra dentro, num lance em que não havia o que reclamar. O goleiro deles foi crente que o juiz daria falta, e acabou levando um gol perfeitamente evitável. Melhor para o Palmeiras.

Após mias cinco minutos saiu o segundo gol, em jogada ensaiada: Dudu, Egídio, Moisés, cruzamento de Roger Guedes e belo gol de Mina. Dois a zero. Cabia mais, e o Palmeiras foi pra cima, mas o jogo passou a ser paralisado com frequência por faltas dos dois lados. Aos 30, um vacilo da defesa deixou o Coritiba cara a cara com Jaílson. Vitor Hugo ainda conseguiu cortar, mas a bola sobrou para outro atacante adversário que bateu colocado, diminuindo o placar.

Tivemos mais alguns sustos, mas o Palmeiras esteve muito mais próximo de ampliar que de ceder o empate. Dudu quase ainda marcou um gol de placa! Mais uma boa vitória em casa, e manutenção da liderança por mais uma rodada.







quinta-feira, 15 de setembro de 2016

14/09/2016 - Palmeiras 1x1 Flamengo

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro




Primeira partida sem torcida na Gol Norte por causa da punição sofrida pela briga contra o mesmo "time" no primeiro turno. Depois da cerveja na Da.Vila Beer Kombi na Diana fui, pela primeira vez, em direção ao meu lugar na Cadeira Gol Sul.

Mesmo com a escalação "surpresa" de Gabriel Jesus (após suposta contusão na partida anterior), tivemos um jogo nervoso mesmo atuando com um a mais por 50 minutos. Os vagabundos vieram fechados e atacavam sem qualquer pretensão, e foi em uma jogada quase casual que acharam seu gol, já no segundo tempo. Cuca sacou Gabriel para entrada de Barrios, e abriu um buraco no meio. Levamos o gol em cima de Zé Roberto, que não recompôs a tempo. 

O Palmeiras, que não fazia má partida até então, cedeu ao nervosismo e atacava com volume, mas sem efetividade. Foram 20 minutos em que corremos mais o risco de levar mais um do que de empatar. Uma falha de Tchê Tchê, também tentando recompor o meio, quase consolidou a tragédia.

Após bola espirrada da área, no entanto, Jesus dominou bem, cortou a marcação e pôs no canto direito. A bola ainda bateu na trave para morrer do outro lado. A pressão a partir daí foi absurda, assim como a cera feita pelos vagabundos. Enquanto isso, a diretoria deles do camarote logo acima da Gol Sul esbravejava e provocava nossa torcida. Fiz alguns filmes que mostram claramente a provocação - e nossa torcida, claro, caiu.

O empate não mudou nada e nos mantivemos na liderança. A "sequência maldita" termina sábado, e poderemos recuperar pontos nas partidas seguintes, desde que o time mantenha moral e o esforço, e saiba substituir os desfalques.







quinta-feira, 8 de setembro de 2016

07/09/2016 - Palmeiras 2x1 SPFC

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro



Mais uma vez prejudicado pelo rating, tive que acompanhar o clássico da arquibancada superior. Desta vez fiquei na Oeste, bem no meio, mas a visão privilegiada não compensa a falta da torcida e os comentários BIZARROS durante o jogo, além das brigas e discussões. De fato, perde-se todo o prazer de acompanhar o jogo do estádio.

Com uma formação diferente, usando Allione como titular caindo pela direita e Dudu pela esquerda, o Palmeiras sofreu pra passar pelo meio de campo montado pelo rival. Vale a comparação entre os times pequenos: o primeiro tempo foi muito parecido com o da partida anterior contra o Botafogo-PB. O Palmeiras foi superior e teve mais volume de jogo, mas foi pouco eficaz - também pela falta de inspiração de Rafael Marques, solitário no ataque.

Levamos o gol logo no início do segundo tempo, num lance improvável, mas que poderia colocar tudo a perder. O time não se abateu, e com Gabriel Jesus no lugar de Allione vimos uma evolução nítida. Não só pelo nosso ataque em si, mas pela desorganização da defesa adversária que tremeu e não soube marcar. Com isso, outros jogadores se aproveitaram dos espaços e o Palmeiras chegava com muito mais perigo.

Mina empatou após cobrança de falta de Jean, e o time permaneceu em cima, bombardeando o adversário. Zé Roberto perdeu chance cara a cara com o gol após cruzamento de Gabriel Jesus. Aos 25, a virada: Dudu cobrou escanteio e Vitor Hugo fechou o placar de cabeça. Ainda deu tempo para um lançamento perfeito de Dudu para Jesus, que dominou com grande habilidade e mandou no canto, para uma dificílima defesa do goleiro.