quarta-feira, 26 de setembro de 2018

05/09/2018 - Palmeiras 2x0 Atlético-PR

Estádio Palestra Italia / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro


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Após a sofrida classificação na Libertadores, o Palmeiras viajou a Chapecó para vencer o time local por 2x1 e encostar nos líderes do campeonato. Mais uma vez com o time reserva, nesta partida pré-feriado, o Palmeiras recebeu o regular adversário para se consolidar entre os primeiros e criar um clima de confiança para o derby do final de semana seguinte.

Com Prass no gol, Mayke e Victor Luis nas laterais e Moisés no comando pelo meio, o time sofreu para furar a defesa adversária, que veio fechada. A dupla de voltantes Thiago e Felipe não se encontrou, e poucas jogadas chegavam até Moisés - acionávamos as laterais com Dudu e William diretamente, com pouco resultado. Borja seguia isolado no ataque. Mesmo com alguma pressão recebida, as jogadas foram inertes de ambos os lados e o jogo foi para o intervalo.

Felipão mandou Bruno Henrique no lugar de Thiago Santos, que passou a fazer a ligação entre defesa e ataque, jogando mais próximo de Moisés. O time melhorou, mas o adversário se adaptou e o jogo voltou a ficar travado. Claro que esta intensidade os cansaria, e o Palmeiras passou a mandar na partida. Aos 25, o gol: Deyverson (que substituíra Borja) fez um bonito passe para William, que invadiu a área e abriu o placar.

Só dava Palmeiras, e buscávamos matar o jogo com uma série de finalizações, que passavam muito perto ou paravam na boa atuação do goleiro. Já nos acréscimos o juiz inventou uma falta, nossa defesa afastou e armou o contra-ataque. William marcaria seu segundo quando foi derrubado pelo goleiro. Pênalti, que Moisés converteu e fechou o placar.

Seguimos com chances em todas as competições, e com cada vez mais confiança, rodando elenco e com o apoio da torcida. Que a boa fase continue!








domingo, 23 de setembro de 2018

30/08/2018 - Palmeiras 0x1 Cerro Porteño (PAR)

Estádio Palestra Italia / Allianz Parque - Taça Libertadores da América



Após uma boa vitória por dois a zero no Paraguai, ambos os gols de Borja, o Palmeiras teria uma missão relativamente fácil para garantir a classificação para as quartas-de-final. Era, no entando, noite de Libertadores, imprevisível por definição, e o nervosismo já atacava horas antes da partida.

Fui num lugar diferente, desta vez. Além do 'esquenta' no restaurante do Marcos Costi, o locutor oficial do Allianz, fui pela primeira vez aos camarotes do estádio - bem no meio do campo, na verdade. Foi uma boa experiência, ver as 'entranhas' do Allianz, pasar pelo restaurante panorâmico, e ter uma excelente visão de jogo. Claro que algo se perde, falta aquela sensação de estar na arquibancada, mas foi uma bem vinda variação.

Felipão pôs o time bem fechado (dois volantes a frente, um lateral apenas recuado e a zaga titular), com Moisés armando pelo meio e Dudu e William flutuando, com Borja de centro-avante. Mas não houve tempo de testar o esquema: com apenas três minutos de partida Felipe Melo entrou de sola e foi expulso, Sem alterações, o Palmeiras se fechou e se armou para os contra-ataques, já que depois de analisar a situação o adversário veio pra cima. Quem teve a melhor oportunidade de abrir o placar, no entanto, foi o Palmeiras, com uma bola que Dudu pôs colocada mas que o zagueiro tirou em cima da linha.

O segundo tempo voltou ainda sem mudanças, mas no primeiro lance houve um choque de cabeças e o jogador paraguaio teve que ser retirado de ambulância. O jogo ficou parado por quase dez minutos, o que renderia acréscimos ao final, tornando tudo ainda mais sofrido. O nervosismo tomou ares de tragédia quando, no lance seguinte após o retorno, um jogador paraguaio tentou cruzar a bola já quase perdida, na bandeira do escanteio, e ela pegou uma curva absurda, e entrou no ângulo de Weverton. Um lance absurdo, raríssimo, que tinha que acontecer contra nós.

William, após quase marcar um golaço que foi defendido pelo goleiro adversário, foi substituído por Deyverson, que entrou muito bem e não perdia uma bola aérea, seja no ataque ou na defesa. Os paraguaios vieram pra cima, aproveitando o cansaço de nossos jogadores que tinham que cobrir o campo todo com um amenos, e nossa defesa se virava como podia. Perto do fim dos 45 regulamentares, confusões tomaram conta do jogo: primeiro um repórter devolveu uma bola rapidamente, e os gandulas foram tirar satisfações. "Não importa o que diga..."

Depois, Deyverson sofreu forte falta no ataque e caiu espetacularmente. Levantou e começou a fazer gestos de incentivo para a torcida, e os paraguaios foram para cima. Mesmo evitando a briga, Deyverson não parou de acenar e acabou expulso por "incitar a violência" - ao menos ele também tirou um do outro lado. Dudu foi responsável por segurar a bola no ataque, em jogadas individuais, sofrendo faltas, e aos 53 minutos(!) o juiz acabou a partida. Classificação garantida, e de bom tiramos que o time consegue se segurar sobre grande pressão, ainda mais com o apoio da torcida.









sexta-feira, 24 de agosto de 2018

22/08/2018 - Palmeiras 2x0 Botafogo-RJ

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro


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Mais um jogo de meio de semana, e embora estivesse com problemas pessoais fui ao estadio para ver o menos alguns minutos da partida. Foi um jogo nervoso, em que o Palmeiras impunha-se, jogando com o time titular, mas não conseguia furar o bloqueio (e o goleiro) adversário. Adversário este que usava qualquer oportunidade para ganhar tempo e fazer cera.

O primeiro tempo terminou em empate, que já dava nos nervos da reclamona torcida. Felipão voltou com Lucas Lima no lugar de Bruno Henrique, e o time pareceu ter cochilado no intervalo: foram alguns minutos de pressão do adversário até que conseguíssemos retomar o controle do jogo. Com a tensão subindo, Dudu levou uma cotovelada do mau-caráter lateral adversário, que foi expulso. Logo depois, o gol: William ajeitou para Dudu, que levantou do outro lado para Lucas Lima: ele ajeitou o corpo e mandou um balaço de esquerda, indefensável. Golaço!

Pouco depois, Dracena teve um gol feito a sua frente, salvo apenas pela 'defesa' do zagueiro. Pênalti, que Dudu foi cobrar e... perdeu. Corbou no canto direito, embaixo, e o goleiro foi buscar. Mas o Palmeiras não se abateu (apesar de grande reclamação da torcida) e seguiu em cima. Aos 41 teve uma falta do lado direito do ataque para cobrar: Lucas Lima posicionou-se e, ao contrário do que todos imaginavam, mandou direto para as redes. Mais um golaço dele, e vitória decretada.







16/08/2018 - Palmeiras 1x0 Bahia

Estádio do Pacaembu - Copa do Brasil



Foi necessário mover a partida de volta das quarta de final da Copa do Brasil por causa de um show no Palestra, e não foi tarefa fácil chegar ao Pacaembu em uma quinta feira chuvos, às 19 horas. As catracas não emitiram recibo (o ingresso acima foi "resgatado" do chão molhado), o que é de praxe no Municipal. Cheguei ao estádio com 20 minutos já corridos de jogo.

A chuva fina equilibrou a partida, mas o Palmeiras manteve sua defesa sólida, bem fechada, contra um time bem arrumado e em boa fase. Os dois times buscavam o gol, mas o placar de zero a zero na primeira partida permaneceu até o intervalo, mesmo com boas chances de ambos os lados. Havia um clima de desconfiança, mas o time se postava bem e, se não empolgava, também não preocupava.

No segundo tempo logo de cara o Palmeiras quase marcou, tendo gol certo salvo pelo zagueiro. Mas o gol mesmo saiu só após a metade do segundo tempo: William recebeu e acionou Mayke na direita, que cruzou na cabeça de Dudu, que se estivou todo pra mandar pra dentro. O adversário veio pra cima, mas foi possível mais uma vez notar a sólida defesa, desta vez a titular, desarmar todas as tentativas.

Felipão pôs Thiago Santos no Borja, recuou, e segurou o resultado até o final, garantindo a classificação para as semi finais. A torcida deu um show a parte, iluminando o estádio todo com seus celulares, durante o segundo tempo (foto abaixo).







12/08/2018 - Palmeiras 1x0 Vasco

Estádio Palestra Itália / Allianz Parque - Campeonato Brasileiro



Com a queda de Roger Machado o Palmeiras repatriara Felipão, que iniciaria sua terceira passagem pelo clube. Foi a primeira partida do técnico em frente à sua torcida, pois duas outras partidas fora já haviam sido realizadas (dois empates, ambos por zero a zero). Com o time misto dados os compromissos das Copas ainda em disputa, Felipão ainda teve durante o fraco primeiro tempo duas baixas: Rodrigo Scarpa lesionou-se sozinho, e Weverton sentiu um desconforto e ambos precisaram ser substituídos. O time voltou "ainda mais alternativo" para o segundo tempo, em busca dos três pontos.

Aos sete do segundo tempo, o gol da partida: Lucas Lima acionou Hyoran pelo alto, que cabeceou  no travessão. Deyverson, no lugar certo e na hora certa, só precisou escorar para o gol e ir comemorar (e se desculpar) com a torcida. Com o estádio inflamado, o Palmeiras chegou novamente e marcou com o zagueiro Gustavo Gomez, um gol legítimo anulado de forma errada.

Sem grandes sustos e com uma defesa sólida (mesmo alternativa), o Palmeiras segurou a vitória e saiu com os três pontos, deixando Felipão ainda invicto, sem levar nenhum gol.